Normalmente
o aquecimento que fazemos diariamente
no circuito e na Copa Davis tem a mesma
estrutura de um aquecimento dirigido
aos tenistas não competitivos.
Mas aí você deve estar
se perguntando: não sou nem o
Guga nem o Meligeni para fazer a mesma
estrutura. Será que é
necessário? Seguramente que sim,
pois você é humano igual
a eles. A diferença é
que o corpo deles é como um carro
de corrida e o seu como um carro comum,
que também precisa de cuidados
para poder funcionar com segurança.
Todos os jogadores do circuito seguem
a mesma estrutura que veremos a seguir.
Para dar mais um exemplo, fomos a cidade
de Atlanta, EUA, onde existe a maior
liga de veteranos filiados da Amárica.
Coincidentemente, estava acontecendo
um torneio de senhoras e fui observar
a atitude esportiva das jogadoras, verificando
que o aquecimento seguia a mesma estrutura
dos profissionais. Logicamente que em
determinadas categorias, com a idade
mais avançada, elas começavam
o aquecimento caminhando rapidamente
em volta da quadra para depois realizarem
o alongamento muscular. E um detalhe:
bem concentradas.
Um aspecto interessante que normalmente
se observa no circuito é que,
dependendo do adversário, o aquecimento
pode ser mais intenso. Seguramente os
primeiros games são muito importantes
na partida pois, se o jogador demorar
para “entrar em jogo”, é
bem provável que ele perca o
set.
O que se nota normalmente é que,
caso o jogador vá jogar com um
adversário cujo tipo de jogo
não dá ritmo, ou seja,
um jogador que saca e voleia o tempo
todo, não trocando muitas bolas
para definir o ponto, é dada
uma ênfase especial ao aquecimento.
Entrar bem aquecido e bem alerta contra
um adversário deste tipo sempre
é uma boa estratégia inicial
de jogo.
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